Coletivo de Bordado
O Coletivo de Bordado nasceu em Belo Horizonte a partir de encontros afetivos e criativos entre mulheres de gerações próximas, unidas por uma herança comum: o gesto do bordar. Formado por Beatriz Castro (74), Maria Cecília (72) e Maria Clara (77), o grupo se reúne semanalmente desde os primeiros encontros na casa da mãe de uma das integrantes — espaço onde a arte sempre teve lugar e onde o bordado foi aprendido ainda na infância, lado a lado com a pintura em aquarela.
A trajetória do coletivo é marcada por uma relação íntima com a memória, com a tradição e com o tempo dilatado do fazer manual. As integrantes retomaram o bordado na maturidade, inspiradas por oficinas com o grupo Dumont e por lembranças das aulas em colégios de freiras, onde a prática era ensinada como extensão da educação feminina.
O coletivo é um espaço de troca, partilha e continuidade. Ao longo dos anos, outras amigas foram se somando aos encontros, formando uma rede que costura afetos e narrativas através da linha e do tecido.
OBRAS DO ARTISTA
Coletivo de Bordado
A arte precisa da filosofia, assim como a filosofia precisa da arte. De outro modo, o que seria da beleza?
Coletivo de Bordado
L ebasque aprendeu o significado de uma teoria da cor que salientava o uso de cores complementares em sombreamento
Coletivo de Bordado
A dor passa, a beleza fica
Coletivo de Bordado
Eu adoraria pintar como um pássaro canta





