



EXPOSIÇÃO
EXPOSIÇÃO
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aquilo que escapa
aquilo que escapa
aquilo que escapa
aquilo que escapa
“As coisas que não têm nome são mais pronunciadas por
crianças.”— Manoel de Barros
“As coisas que não têm nome são mais pronunciadas por
crianças.”— Manoel de Barros
“As coisas que não têm nome são mais pronunciadas por
crianças.”— Manoel de Barros
“As coisas que não têm nome são mais pronunciadas por
crianças.”— Manoel de Barros
08.11.2025
08.11.2025
08.11.2025
08.11.2025
Esse espaço do indizível é também o espaço do acaso na criação artística — onde a vontade humana encontra a resistência (ou a colaboração) da matéria, do tempo e dos elementos. É um confronto com o “inominável”: um estado em que a linguagem vacila diante da intensidade do real.
Como crianças diante do mundo, os artistas aqui reunidos abrem espaço para que o inesperado se manifeste — não como erro, mas como linguagem. Em suas práticas, o acaso deixa de ser acidente e torna-se parceiro silencioso do gesto criador, revelando formas que escapam à planificação.
Esse espaço do indizível é também o espaço do acaso na criação artística — onde a vontade humana encontra a resistência (ou a colaboração) da matéria, do tempo e dos elementos. É um confronto com o “inominável”: um estado em que a linguagem vacila diante da intensidade do real.
Como crianças diante do mundo, os artistas aqui reunidos abrem espaço para que o inesperado se manifeste — não como erro, mas como linguagem. Em suas práticas, o acaso deixa de ser acidente e torna-se parceiro silencioso do gesto criador, revelando formas que escapam à planificação.
Esse espaço do indizível é também o espaço do acaso na criação artística — onde a vontade humana encontra a resistência (ou a colaboração) da matéria, do tempo e dos elementos. É um confronto com o “inominável”: um estado em que a linguagem vacila diante da intensidade do real.
Como crianças diante do mundo, os artistas aqui reunidos abrem espaço para que o inesperado se manifeste — não como erro, mas como linguagem. Em suas práticas, o acaso deixa de ser acidente e torna-se parceiro silencioso do gesto criador, revelando formas que escapam à planificação.
Esse espaço do indizível é também o espaço do acaso na criação artística — onde a vontade humana encontra a resistência (ou a colaboração) da matéria, do tempo e dos elementos. É um confronto com o “inominável”: um estado em que a linguagem vacila diante da intensidade do real.
Como crianças diante do mundo, os artistas aqui reunidos abrem espaço para que o inesperado se manifeste — não como erro, mas como linguagem. Em suas práticas, o acaso deixa de ser acidente e torna-se parceiro silencioso do gesto criador, revelando formas que escapam à planificação.

rua laranjal 154, anchieta. Belo Horizonte, Brasil

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