EXPOSIÇÃO

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um enxergar plural:
olhares singulares

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Aqui, o tempo é dissolvido e reconstruído em camadas de sentido.

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Aqui, o tempo é dissolvido e reconstruído em camadas de sentido.

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09.06.2025

09.06.2025

09.06.2025

09.06.2025

Esse espaço do indizível é também o espaço do acaso na criação artística — onde a vontade humana encontra a resistência (ou a colaboração) da matéria, do tempo e dos elementos. É um confronto com o “inominável”: um estado em que a linguagem vacila diante da intensidade do real.





Como crianças diante do mundo, os artistas aqui reunidos abrem espaço para que o inesperado se manifeste — não como erro, mas como linguagem. Em suas práticas, o acaso deixa de ser acidente e torna-se parceiro silencioso do gesto criador, revelando formas que escapam à planificação.

Esse espaço do indizível é também o espaço do acaso na criação artística — onde a vontade humana encontra a resistência (ou a colaboração) da matéria, do tempo e dos elementos. É um confronto com o “inominável”: um estado em que a linguagem vacila diante da intensidade do real.





Como crianças diante do mundo, os artistas aqui reunidos abrem espaço para que o inesperado se manifeste — não como erro, mas como linguagem. Em suas práticas, o acaso deixa de ser acidente e torna-se parceiro silencioso do gesto criador, revelando formas que escapam à planificação.

Esse espaço do indizível é também o espaço do acaso na criação artística — onde a vontade humana encontra a resistência (ou a colaboração) da matéria, do tempo e dos elementos. É um confronto com o “inominável”: um estado em que a linguagem vacila diante da intensidade do real.





Como crianças diante do mundo, os artistas aqui reunidos abrem espaço para que o inesperado se manifeste — não como erro, mas como linguagem. Em suas práticas, o acaso deixa de ser acidente e torna-se parceiro silencioso do gesto criador, revelando formas que escapam à planificação.

Esse espaço do indizível é também o espaço do acaso na criação artística — onde a vontade humana encontra a resistência (ou a colaboração) da matéria, do tempo e dos elementos. É um confronto com o “inominável”: um estado em que a linguagem vacila diante da intensidade do real.





Como crianças diante do mundo, os artistas aqui reunidos abrem espaço para que o inesperado se manifeste — não como erro, mas como linguagem. Em suas práticas, o acaso deixa de ser acidente e torna-se parceiro silencioso do gesto criador, revelando formas que escapam à planificação.